Japão planeja ter um novo imperador em 2019 12.01.17 8:52
O governo do Japão está planejando permitir que o imperador Akihito se aposente e seja substituído pelo seu filho mais velho em 1º de janeiro de 2019, noticiou a imprensa local nesta quarta-feira (11), enquanto o país trabalha em um marco legal para sua primeira abdicação em 200 anos.
Akihito, de 83 anos, expressou em agosto o desejo de abdicar depois de quase três décadas no Trono do Crisântemo, citando sua idade avançada e a debilitação da sua saúde.
Os principais jornais nacionais - Yomiuri, Asahi, Mainichi e Nikkei - citam fontes não identificadas dizendo que o príncipe herdeiro Naruhito, de 56 anos, sucederia seu pai no dia de Ano Novo de 2019.
O secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, se recusou a comentar o assunto em uma entrevista coletiva nesta quarta-feira.
Após o anúncio de Akihito no ano passado, o governo estabeleceu um painel de especialistas para ajudar a decidir a melhor maneira de proceder em uma questão repleta de desafios históricos e legais.
Embora as abdicações tenham ocorrido na longa história imperial do Japão, não houve nenhuma nos últimos 200 anos, e as leis vigentes que regem a Casa Imperial não preveem nenhum mecanismo legal para abandonar o trono.
O painel de seis membros discutiu várias opções legais, e especula-se que este proporá ao Parlamento que aprove uma lei especial, válida apenas para este caso, para permitir que Akihito abdique.
O Partido Democrático, líder da oposição, no entanto, se opõe a esta medida excepcional, argumentando que colocaria em risco a estabilidade de sucessões futuras, e defende uma revisão da lei permanente que governa a família imperial.
A abdicação é uma questão delicada à luz da história moderna de guerra do Japão travada em nome do pai de Akihito, o imperador Hirohito, que morreu em 1989.
Fonte: G1
Akihito, de 83 anos, expressou em agosto o desejo de abdicar depois de quase três décadas no Trono do Crisântemo, citando sua idade avançada e a debilitação da sua saúde.
Os principais jornais nacionais - Yomiuri, Asahi, Mainichi e Nikkei - citam fontes não identificadas dizendo que o príncipe herdeiro Naruhito, de 56 anos, sucederia seu pai no dia de Ano Novo de 2019.
O secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga, se recusou a comentar o assunto em uma entrevista coletiva nesta quarta-feira.
Após o anúncio de Akihito no ano passado, o governo estabeleceu um painel de especialistas para ajudar a decidir a melhor maneira de proceder em uma questão repleta de desafios históricos e legais.
Embora as abdicações tenham ocorrido na longa história imperial do Japão, não houve nenhuma nos últimos 200 anos, e as leis vigentes que regem a Casa Imperial não preveem nenhum mecanismo legal para abandonar o trono.
O painel de seis membros discutiu várias opções legais, e especula-se que este proporá ao Parlamento que aprove uma lei especial, válida apenas para este caso, para permitir que Akihito abdique.
O Partido Democrático, líder da oposição, no entanto, se opõe a esta medida excepcional, argumentando que colocaria em risco a estabilidade de sucessões futuras, e defende uma revisão da lei permanente que governa a família imperial.
A abdicação é uma questão delicada à luz da história moderna de guerra do Japão travada em nome do pai de Akihito, o imperador Hirohito, que morreu em 1989.
Fonte: G1